quarta-feira, 12 de agosto de 2015


Investir em imóveis não é uma tarefa fácil, mas planejar bem e utilizar as ferramentas certas para estabelecer os planos, certamente aumenta as chances de o investimento dar certo. Seja você o locatário de um imóvel, um investidor que está começando no ramo imobiliário ou até mesmo um profissional da área, é necessário calcular a taxa de retorno do imóvel.
Para calcular a taxa de retorno, é necessário sentar à mesa e fazer as contas para ver se vale a pena. Essa é uma das etapas fundamentais do investimento, já que revela se há alto ou baixo risco.
Como fazer o cálculo?
Para começar o cálculo, some tudo que foi investido no empreendimento: valor do imóvel, a mobília, reformas, etc. Isso vai depender se o imóvel é usado ou não. Inclua também os custos que são fixos, como o imposto de renda, entre outras taxas. O resultado dessa soma é o Capital Inicial, que é o valor reconhecido sobre o que foi gasto.
Em seguida, divida o capital inicial pelo lucro líquido mensal – que é a quantidade de dinheiro que você ganha com a venda ou locação do imóvel. Por exemplo, suponha que o valor total aplicado no imóvel tenha sido de R$ 300 mil e que a renda líquida seja de R$ 3 mil. Ao dividir, o resultado indicará a taxa de retorno, que será de 1% ao mês. Se este lucro for encarado em um ano, será de 12%. O mesmo serve para investimentos em planta, visto que é um dos mais lucrativos no mundo imobiliário.
Vale lembrar que para quem alugar, é necessário avaliar bem o local do imóvel. Com a desvalorização de algumas regiões, isso pode afastar os locatários e, portanto, dificultar as chances de encontrar um cliente. Por isso é necessário estudar as áreas disponíveis e escolher uma em potencial.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015


Todos nós temos o sonho de garantir a nossa independência, e desde sempre associamos a mesma à aquisição de um imóvel. Garantir o nosso espaço sempre foi o primeiro passo para uma nova vida, contudo, esse pode não ser o único motivo para se investir em imóveis.


Investir para depois voltar a fazer dinheiro é outro motivo pelo qual se investe em imóveis, que apesar de ter sido o principal motivo da crise econômica em nível mundial, continua a ser uma atividade muito presente no Brasil e que volta a ser estimulada, como podemos ver, por exemplo, nascasas à venda em Cotia. É precisamente por esta atividade ser muito estimulada, que não queremos que voltem os erros do passado. Neste artigo daremos 10 dicas para você investir em imóveis.


1) Pense no terreno primeiro


Muitas vezes o imóvel é mais do que o edificado. O terreno acaba por ter uma importância vital quando se investe em imóveis. Pense no metro quadrado de uma habitação de luxo, ele será assim tão elevado? Em muitos casos não, mas como se construiu uma habitação de luxo o terreno acaba por valorizar e o preço total de terreno mais o edificado acaba por sobrevalorizar.


Mas você não tem de construir, pode comprar o terreno agora, em baixa, para depois o revender em alta, devido ao rápido crescimento das cidades brasileiras. Na periferia dos grandes centros os terrenos acabam por ter uma valorização superior a 10000%!


2) Investir em imóveis já usados


Uma imobiliária tem um portfólio gigantesco de produtos para várias classes da sociedade, algum difícil de escoar e que eventualmente acaba por desvalorizar. Sendo você um investidor experimentado, saberá identificar uma oportunidade onde pode comprar barato e revender ao preço real de mercado, tendo rápido retorno a curto prazo.


3) Construir um imóvel


Atualmente, como os preços da construção civil estão mais baixos, a oportunidade é a ideal para se construir. Esperar pelo próximo ano para construir pode sair mais caro, mas construir este ano para se vender n o próximo pode significar uma oportunidade de luxo para quem tiver um olho atento para o negócio.


4) Veja a taxa de juro


Veja sempre o que o dinheiro está a valer ou pode vir a valer, essa será uma grande medida do que pode vir a ganhar ou perder no futuro com o investimento em imóveis.


5) Antes de investir, pense no uso


Nem todos os imóveis têm o mesmo fim. Uns são pedidos para habitação, outros para revender, outros para comércio e cada um destes usos terá requisitos e certamente preços diferentes. Cabe a si fazer a avaliação correta do uso potencial de cada imóvel.


6) Localização, localização e localização


Este é o ponto chave de valorização de qualquer imóvel. Você pode melhorar a qualidade do seu imóvel com obras, pode investir na sua valorização, já na localização você não pode fazer nada. As mudanças promovidas localmente levam anos a ter efeito e fatores como o clima não mudam à escala humana, cabe a si perceber se os fatores de localização podem ser maximizados para o lucro.


7) Forme um grupo de investimento


Dividir para conquistar. Esta máxima sempre foi utilizada pelos grandes homens e com razão. Você sozinho poderá não ter ao dispor o capital necessário e a massa crítica para realizar um investimento seguro. Formando um grupo terá o capital intelectual e a capacidade financeira para tomar as melhores decisões e para minimizar o risco de negócios mais incertos.


8) Lista de riscos


Todo o investimento acarreta riscos. Certifique-se que em relação a cada imóvel em que deseja investir você faz uma lista de riscos existentes que podem comprometer o sucesso. Uma análise SWOT seria a ferramenta mais indicada para uma certificação adequada de que o seu negócio será bem estruturado.


9) Para comprar ou para alugar?


Já percebemos que comprar um terreno para construir fica mais barato que comprar o imóvel pronto. Mas agora resta a próxima decisão, é para revender ou para alugar? Depende do clima econômico. Se existir muita oferta, ficará mais difícil de escoar o imóvel, se existir muita procura, então aproveite a oportunidade para vender e ter um bom retorno garantido.


10) Privilegie a razão


Não tome decisões por emoção, por instinto ou por pressa. Tudo o que você fizer, apoie-se em dados concretos e fatos. Assim minimizará os riscos e a médio e longo prazo certamente terá resultados se a sua estratégia estiver bem concebida.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015



A Caixa Econômica Federal lançou linha de crédito imobiliário, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), para construtoras e incorporadoras que produzem empreendimentos com unidades residenciais de até R$ 300 mil.

O financiamento é de até 80% do valor da obra, limitado a 50% do valor total de vendas, com taxas de juros a partir de 8,5% ao ano (a.a.). Segundo nota da Caixa, distribuída nesta terça-feira, o montante disponibilizado será de R$ 1 bilhão.

O banco também disponibilizará linha de crédito para construtoras com unidades residenciais de até R$ 750 mil nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

terça-feira, 4 de agosto de 2015



Engana-se quem pensa que proteger o imóvel é caro. O valor do seguro residencial não ultrapassa 0,2% do valor da casa ou apartamento. Especialistas apontam que o preço é menor do que
um seguro de automóvel, que pode representar até 10% do valor total da proteção de um carro.

Existem diversos tipos de cobertura, mas a principal, e a de maior valor de indenização, é a de incêndio. Adicionais, como roubo, podem entrar no plano principal, sendo que o valor do seguro é proporcional ao risco do imóvel. Isso significa que a proteção de uma casa é mais cara do que a de um apartamento.

As vantagens de possuir um seguro residencial

Em épocas de chuva é muito comum as pessoas contarem os prejuízos nas suas casas: o modem do computador queimou por causa de um raio, a casa foi inundada, houve destelhamento, o que causou infiltração e goteiras … Só então é que muitas pessoas se dão conta das vantagens de possuir um seguro da residência. Mas aí já é tarde. Pequenos ou grandes transtornos e prejuízos terão que ser arcados inteiramente pelos próprios moradores.

Mas, as vantagens de possuir um seguro residência não param por aí. As seguradoras, ao oferecerem indenizações para diversos tipos de ocorrência, garantem maior tranquilidade ao morador. Existem casos – dos quais ninguém está livre! – mais graves, como perder o imóvel por causa de incêndio gerado, por exemplo, por um curto-circuito na parte elétrica. Transtornos como esses ( para não se dizer catástrofes! ), quando ocorrem com casas que não possuem seguro, só deixam uma opção aos seus moradores: lamentar-se e correr atrás do prejuízo.

Uma resistência comum por parte das pessoas diz repeito aos custos. Esse seria mais um custo fixo e muitas pessoas acreditam que seguro residencial é caro. No entanto, existem diversos tipos de planos, desde os mais básicos até os que oferecem cobertura maior, o que possibilita uma grande variedade de opções na hora de contratar uma empresa seguradora. E esse é um investimento que pode valer a pena, assim como seguros de automóveis.

Os tipos de seguro / apólices para residências
As seguradoras oferecem diversos planos de seguro residência. O mais comum e básico é seguro contra incêndios. Existem opções de planos que cobrem outros danos também, tais como roubos, furtos, danos na parte elétrica, morte acidental, desocupação do imóvel, explosão e queda de raio e outras garantias que você desejar.
Para cada ocorrência é definido o que está coberto e o que não está coberto pelo seguro. Assim, é possível ser indenizado no caso de danos na estrutura do imóvel ( por exemplo, muros, janelas, vidros externos, portões, instalações hidráulicas e elétricas, etc… ) ou prejuízos no que se refere ao conteúdo do imóvel ( tais como equipamentos, móveis, aparelhos e objetos de uso pessoal e doméstico, etc… ). Algumas seguradoras oferecem, ainda, assistência 24 horas para casos de emergência ( chaveiros, eletricistas, encanadores, etc… ).

Planos que preveem esse tipo de cobertura, podem assegurar ao morador, por exemplo, indenização referente a modem queimado por queda de raio ( o que é muito comum ocorrer em épocas de chuvas, basta conferir nas lojas de informática! ).
Normalmente, para cada um desses danos existe uma importância segurada e isso pode variar conforme o tipo de plano que está sendo feito. Portanto, o cliente pode optar pelo plano mais indicado e que melhor responda às suas necessidades.

Quais cuidados você deve tomar na hora de contratar um seguro residencial?

O primeiro passo é pesquisar as seguradoras, tipos de apólices oferecidas e quais são os preços acessíveis. Só então você vai poder escolher o mais indicado para as suas necessidades. Certifique-se se o tipo de cobertura que você deseja está previsto no plano que você está orçando. Muitos tipos de coberturas – como cobertura para alagamentos – estão previstos no plano básico de algumas seguradoras, mas para outras seguradoras são itens cobrados à parte. Geralmente, você precisará contar com os serviços de uma corretora de seguros. Contacte uma que seja de sua confiança.

Analise sempre com muita atenção as cláusulas do contrato, verificando se todas estão muito claras. Existem diferenças de definição de furtos e roubos, por exemplo, assim como de responsabilidades em um contrato.

Procurar imóvel para comprar ou alugar e resolver todas as questões do negócio parece tarefa fácil. No entanto, sem ajuda profissional, as coisas podem não sair como planejado e virar uma armadilha. Quem deseja ter mais segurança e comodidade pode contratar um corretor de imóveis para mediar as negociações. 
Além da intermediação, o corretor é habilitado a fazer avaliação de mercado e dar parecer sobre o imóvel em questões judiciais. Mais do que as atribuições convencionais o corretor tem desenvolvido o papel de consultor de negócios, oferecendo oportunidades, sendo mais pró-ativo, movimentando o segmento, prestando um serviço mais qualificado e não apenas esperando ser procurado pelo cliente.
“O corretor de imóveis passa segurança na negociação defendendo os direitos das partes”, diz Apolo Scherer, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-CE).
Ao contratar o corretor é importante verificar a situação dele junto ao conselho, pois mesmo possuindo registro, ele pode estar respondendo alguma ação disciplinar ou mesmo impedido de exercer a atividade.
Segundo Cristina Chaul, presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado do Ceará (Sindimóveis CE), a corretagem é uma operação de grande responsabilidade. “Respondemos civil e criminalmente pelas ações em que estamos envolvidos”.
A época em que o corretor de imóveis era um apresentador de casas passou. Hoje, o cliente está melhor informado, mais exigente, e o mercado repleto de ofertas e concorrentes.
Para conquistar negócios, o corretor teve que investir em qualificação, estar constantemente atualizado sobre as condições de mercado, de economia e legislações das diferentes áreas de atuação, dentro da cidade em que atua e municípios vizinhos.

Fonte: O povo

domingo, 2 de agosto de 2015


Porto das Dunas está entre um dos litorais mais visitados e recomendados do país!

 Quando falamos em investimento, sempre surgem duvidas sobre a melhor forma de aplicar dinheiro! Entre as diversas possibilidades, está uma das maiores e melhores formas de retorno, custo benefício e valorização: a compra de imóveis! Uma das regiões mais promissoras para investir é o Porto das Dunas (Aquiraz- Ce)!

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