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terça-feira, 3 de janeiro de 2017


Por meio de uma economia fortalecida e consistente, é possível alcançar inúmeros benefícios, como melhora na confiança e renda do consumidor, baixa inadimplência e aumento da empregabilidade. 

Todos esses fatores asseguram, de certa forma, requisitos propícios para a aquisição de um imóvel, seja ele comercial ou residencial.
Existem muitas perspectivas de melhora para o mercado imobiliário em 2017. 
 A seguir, vamos trazer quais são elas e os fatores-chave que vão influenciar o setor no próximo ano. Vamos lá? Fatores que corroboram para uma melhora do mercado imobiliário em 2017 Inflação em desaceleração A inflação brasileira saiu de 10,7% em 2015 para, aproximadamente, 7,2% em 2016. Para 2017, a previsão do mercado financeiro para a inflação é de 5,07%, conforme divulgação do Banco Central no último Relatório Trimestral de Inflação, documento que possui as expectativas para a economia.

No entanto, Ilan Goldfajn, presidente do BC, comunicou que tentará conseguir atingir meta central de inflação de 4,5% estipulada para o próximo ano. Redução da taxa de juros A taxa de juros, quando mantida alta, onera o crédito e colabora pra inibir o consumo das famílias e a injeção de capital das empresas, elementos mandatórios para a recuperação do crescimento da economia. 

 Porém, ainda de acordo com o mercado financeiro, para 2017, a estimativa da taxa de juros é de 11%, o que presume uma queda maior no próximo ano. Produto Interno Bruto (PIB) Outro fator que contribui para a recuperação do mercado imobiliário é o crescimento do PIB, posto que desempenha o papel de medir o comportamento da economia brasileira, além de ser a junção de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro. Nesse sentido, a perspectiva é favorável à indústria imobiliária, pois o Banco Central enxerga um cenário dessemelhante para 2017 e mais satisfatório do que o vivido pelos brasileiros em 2016.
A instituição anunciou que o PIB deve crescer 1,3% em 2017. O Fundo Monetário Internacional (FMI) também vê crescimento do PIB em 2017. Segundo Alejandro Werner, diretor do hemisfério ocidental do órgão, é esperado que a economia brasileira atinja seu ponto mais baixo este ano para ter um crescimento positivo no próximo. O FMI estimou um avanço de 0,5% no PIB, contra uma projeção de crescimento nula feita nos dois últimos levantamentos do órgão. Outros indicadores Ademais, de acordo com o BC, a projeção é de que outros indicadores voltem a crescer. Os investimentos devem chegar ao fim de 2017 com uma alta de 4% ante uma queda de 8,7% em 2016. 
No consumo das famílias, espera-se que mais números positivos sejam apontados: a organização prevê uma alta de 0,8% no próximo ano. Benefícios provenientes de uma economia fortalecida Com o desemprego e a inflação em alta, o consumidor visa adiar o sonho da casa própria, já que ele enfrenta mais dificuldades para assumir dívidas e fechar novos negócios. Ainda, perante um cenário de retração econômica, os bancos se tornam mais criteriosos para conceder empréstimos. 

No entanto, para 2017, a previsão é de que haja redução de juros, o que faz com que a economia fique mais aquecida. Com isso, as empresas podem colher alguns benefícios. São eles: Melhora na confiança e renda do consumidor Com a melhora das perspectivas sobre a inflação, a confiança e a renda dos brasileiros tende a aumentar. Isso porque consumidores confiantes, com possibilidades positivas em relação ao emprego e, consequentemente, à condição financeira, compram mais, o que ajuda no aquecimento da atividade econômica. Dessa forma, mesmo bens maiores, como automóveis e imóveis, que, no momento atual – de acordo com o INEC (Índice Nacional de Expectativa do Consumidor) – as pessoas estão mais cautelosas para adquirir, apresentarão excelente performance de vendas. Baixa inadimplência A melhora da dinâmica da economia também está ligada à queda da inadimplência. Esse é um fator preocupante, visto que indica maior risco de que parte das vendas efetuadas e/ou serviços contratados não sejam recebidos, o que gera uma reação em cadeia. Vamos supor que um consumidor tenha adquirido um imóvel e não tenha conseguido pagar. Dessa forma, ele tenta fazer um acordo para devolver o imóvel para a construtora. Essa, por sua vez, pode ter que cortar funcionários, o que tem reflexo direto no aumento do desemprego. A melhora da inadimplência é um dos fatores determinantes para que o mercado imobiliário volte a crescer. Aumento da empregabilidade O aumento da empregabilidade também é um aspecto importante e influencia diversos setores da economia. 
Em 2017, economistas preveem que o desemprego deve ceder, o que também influenciará positivamente o mercado imobiliário. Crédito imobiliário mais barato Com uma economia mais estável, o mercado imobiliário é influenciado positivamente, já que, assim, os consumidores voltam, também, a ter crédito disponível. Afinal, em um ciclo econômico crescente, há crédito imobiliário mais barato e uma demanda em alta. Quem atua no setor sabe que a falta de crédito para financiamento de imóvel é uma condição necessária para o avanço do mercado imobiliário no Brasil. Baixo crédito imobiliário em 2015 e 2016 Entre 2015 e 2016, o mercado imobiliário brasileiro viveu um momento com muitas especulações e dúvidas. Em 2015, o resultado desfavorável do setor foi puxado pelo enfraquecimento na economia nacional e incertezas políticas. Em virtude disso, a taxa de juros era alta e o crédito mais escasso. Por esse motivo, muitas incorporadoras não lançaram novos empreendimentos, concentrando-se somente na venda das unidades em estoque. Retomada do crescimento do mercado imobiliário em 2017 Os sinais de uma melhora para o mercado imobiliário virão em 2017 com a desaceleração da inflação e a queda na taxa básica de juros no país, fatores que vão favorecer a oferta de crédito imobiliário para o consumidor. O setor depende de como está o cenário no país, e já é possível prever uma melhora econômica e boas expectativas para o próximo ano. Com a retomada do crescimento econômico e os ajustes que devem ser feitos no cenário político, a tendência é que o mercado imobiliário apresente boa melhora em 2017.

Fonte: Hiperdados

quarta-feira, 12 de agosto de 2015


Investir em imóveis não é uma tarefa fácil, mas planejar bem e utilizar as ferramentas certas para estabelecer os planos, certamente aumenta as chances de o investimento dar certo. Seja você o locatário de um imóvel, um investidor que está começando no ramo imobiliário ou até mesmo um profissional da área, é necessário calcular a taxa de retorno do imóvel.
Para calcular a taxa de retorno, é necessário sentar à mesa e fazer as contas para ver se vale a pena. Essa é uma das etapas fundamentais do investimento, já que revela se há alto ou baixo risco.
Como fazer o cálculo?
Para começar o cálculo, some tudo que foi investido no empreendimento: valor do imóvel, a mobília, reformas, etc. Isso vai depender se o imóvel é usado ou não. Inclua também os custos que são fixos, como o imposto de renda, entre outras taxas. O resultado dessa soma é o Capital Inicial, que é o valor reconhecido sobre o que foi gasto.
Em seguida, divida o capital inicial pelo lucro líquido mensal – que é a quantidade de dinheiro que você ganha com a venda ou locação do imóvel. Por exemplo, suponha que o valor total aplicado no imóvel tenha sido de R$ 300 mil e que a renda líquida seja de R$ 3 mil. Ao dividir, o resultado indicará a taxa de retorno, que será de 1% ao mês. Se este lucro for encarado em um ano, será de 12%. O mesmo serve para investimentos em planta, visto que é um dos mais lucrativos no mundo imobiliário.
Vale lembrar que para quem alugar, é necessário avaliar bem o local do imóvel. Com a desvalorização de algumas regiões, isso pode afastar os locatários e, portanto, dificultar as chances de encontrar um cliente. Por isso é necessário estudar as áreas disponíveis e escolher uma em potencial.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015


Todos nós temos o sonho de garantir a nossa independência, e desde sempre associamos a mesma à aquisição de um imóvel. Garantir o nosso espaço sempre foi o primeiro passo para uma nova vida, contudo, esse pode não ser o único motivo para se investir em imóveis.


Investir para depois voltar a fazer dinheiro é outro motivo pelo qual se investe em imóveis, que apesar de ter sido o principal motivo da crise econômica em nível mundial, continua a ser uma atividade muito presente no Brasil e que volta a ser estimulada, como podemos ver, por exemplo, nascasas à venda em Cotia. É precisamente por esta atividade ser muito estimulada, que não queremos que voltem os erros do passado. Neste artigo daremos 10 dicas para você investir em imóveis.


1) Pense no terreno primeiro


Muitas vezes o imóvel é mais do que o edificado. O terreno acaba por ter uma importância vital quando se investe em imóveis. Pense no metro quadrado de uma habitação de luxo, ele será assim tão elevado? Em muitos casos não, mas como se construiu uma habitação de luxo o terreno acaba por valorizar e o preço total de terreno mais o edificado acaba por sobrevalorizar.


Mas você não tem de construir, pode comprar o terreno agora, em baixa, para depois o revender em alta, devido ao rápido crescimento das cidades brasileiras. Na periferia dos grandes centros os terrenos acabam por ter uma valorização superior a 10000%!


2) Investir em imóveis já usados


Uma imobiliária tem um portfólio gigantesco de produtos para várias classes da sociedade, algum difícil de escoar e que eventualmente acaba por desvalorizar. Sendo você um investidor experimentado, saberá identificar uma oportunidade onde pode comprar barato e revender ao preço real de mercado, tendo rápido retorno a curto prazo.


3) Construir um imóvel


Atualmente, como os preços da construção civil estão mais baixos, a oportunidade é a ideal para se construir. Esperar pelo próximo ano para construir pode sair mais caro, mas construir este ano para se vender n o próximo pode significar uma oportunidade de luxo para quem tiver um olho atento para o negócio.


4) Veja a taxa de juro


Veja sempre o que o dinheiro está a valer ou pode vir a valer, essa será uma grande medida do que pode vir a ganhar ou perder no futuro com o investimento em imóveis.


5) Antes de investir, pense no uso


Nem todos os imóveis têm o mesmo fim. Uns são pedidos para habitação, outros para revender, outros para comércio e cada um destes usos terá requisitos e certamente preços diferentes. Cabe a si fazer a avaliação correta do uso potencial de cada imóvel.


6) Localização, localização e localização


Este é o ponto chave de valorização de qualquer imóvel. Você pode melhorar a qualidade do seu imóvel com obras, pode investir na sua valorização, já na localização você não pode fazer nada. As mudanças promovidas localmente levam anos a ter efeito e fatores como o clima não mudam à escala humana, cabe a si perceber se os fatores de localização podem ser maximizados para o lucro.


7) Forme um grupo de investimento


Dividir para conquistar. Esta máxima sempre foi utilizada pelos grandes homens e com razão. Você sozinho poderá não ter ao dispor o capital necessário e a massa crítica para realizar um investimento seguro. Formando um grupo terá o capital intelectual e a capacidade financeira para tomar as melhores decisões e para minimizar o risco de negócios mais incertos.


8) Lista de riscos


Todo o investimento acarreta riscos. Certifique-se que em relação a cada imóvel em que deseja investir você faz uma lista de riscos existentes que podem comprometer o sucesso. Uma análise SWOT seria a ferramenta mais indicada para uma certificação adequada de que o seu negócio será bem estruturado.


9) Para comprar ou para alugar?


Já percebemos que comprar um terreno para construir fica mais barato que comprar o imóvel pronto. Mas agora resta a próxima decisão, é para revender ou para alugar? Depende do clima econômico. Se existir muita oferta, ficará mais difícil de escoar o imóvel, se existir muita procura, então aproveite a oportunidade para vender e ter um bom retorno garantido.


10) Privilegie a razão


Não tome decisões por emoção, por instinto ou por pressa. Tudo o que você fizer, apoie-se em dados concretos e fatos. Assim minimizará os riscos e a médio e longo prazo certamente terá resultados se a sua estratégia estiver bem concebida.

domingo, 2 de agosto de 2015


Porto das Dunas está entre um dos litorais mais visitados e recomendados do país!

 Quando falamos em investimento, sempre surgem duvidas sobre a melhor forma de aplicar dinheiro! Entre as diversas possibilidades, está uma das maiores e melhores formas de retorno, custo benefício e valorização: a compra de imóveis! Uma das regiões mais promissoras para investir é o Porto das Dunas (Aquiraz- Ce)!

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Dúvida do internauta: Fiz uma negociação imobiliária que me rendeu 1,240 milhão de reais. Quero aplicar 1 milhão e nunca mais mexer nesse dinheiro para viver de renda desse dinheiro para o resto da vida. 
Investindo 1 milhão de reais no cenário atual, com a taxa Selic em 11%, consigo um investimento que me pague juros de pelo menos 1% líquido (já descontado o IR)? Veja que eu não quero mexer nesse dinheiro e receber os juros resultantes da aplicação mensalmente para minhas despesas mensais. Isso é atingível? 

Estudo feito pelo Grupo EPO e Fundação Dom Cabral mostra que apostar no mercado imobiliário traz vantagens maiores do que investimentos como poupança, CDI ou ações.

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